Página 2

Volume 20  Edição 900   9 de fevereiro de 2020

CONTANDO  AS  ONDAS

Para a pág. 3

Poucas alterações


De dezembro para cá, a situação do mercado mudou pouco, apesar de novos topos nominais alcançados: no gráfico mensal dolarizado, o  Ibovespa ainda tenta romper a linha de resistência que vem desde o 2º semestre de 2011 e que já foi tocada algumas vezes, desde então.

Recapitulando, usando a Teoria das Ondas, de R.N. Elliott, o Ciclo atual da Bolsa começou no impeachment do pres Collor (final de 1992),  teve sua Onda I até julho de 1997,  a Onda II até outubro de 2002, a Onda III até maio de 2008, a Onda IV até janeiro de 2016 e a Onda V até agora.

Até a Onda III, inclusive, a duração das Ondas era em média de cerca de cinco anos, mas a Onda IV se arrastou por sete e meio anos,  talvez em razão de morosos eventos políticos (impeachment da pres Dilma,  governo Temer, eleições).

Com isso, a média de duração passou de 62 meses para 69 meses por Onda.

Nesse ritmo, a Onda V poderia se estender por quase seis anos, até meados de 2022, ainda que por ser a conclusão da parte de alta do Ciclo, sua duração usualmente é menor do que a média.

O objetivo de valorização é o de alcançar e    eventualmente superar o topo histórico de 2008, que foi de 73.516 com dólar a R$ 1,63 ou seja,cerca de 45 mil em dólar,   atualmente em torno de 190 mil para o Ibovespa,  63%  acima dos níveis atuais (em dólar).

Vale lembrar que, de acordo com Elliott, a composição de cada Onda se subdivide em sub ondas, sucessivamente,  até o intraday,  como também se multiplica no sentido contrário, em séculos e milênios, com o mesmo formato padrão de cinco ondas de alta e três de baixa,  visto abaixo: