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Volume 19  Edição 890   10 de novembro de 2019

GRANDES  BANCOS

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Mesmo quando são alteradas as expectativas quanto,  por exemplo, a evolução da economia,  como é o caso do atual ano,  a avaliação dos bancos não se altera em muito.

Em 2018, antes e depois das eleições,  o mercado estava bem mais animado com a perspectiva do PIB para 2019,  com o novo governo e com as pretendidas reformas.

A realidade foi pior em cifras,  relativamente a tais expectativas, e estas vieram sendo progressivamente reduzidas,   mas a valorização das ações dos bancos caminha  para ser praticamente a mesma do ano passado.

Até agora,  o setor está um pouco abaixo do Ibovespa, mas esta é uma evolução frequente ao longo dos anos,  de duração nunca muito longa.   Um atrativo agora muito em foco,  com a queda da Selic,  é a boa remuneração por dividendos, igualmente uma regularidade.


Regularidade mantida

Mais um trimestre e pouco muda nos indicadores dos Grandes Bancos,  como demonstrado no quadro acima: muda a realidade,  para melhor ou para pior, no Brasil e no exterior e os parâmetros de desempenho operacional e de mercado continuam praticamente os mesmos para as três companhias  deste grupo.

Quando se fala de desempenho de mercado, a referência é ao fato de que os investidores percebem essa regularidade e reagem no mercado mantendo também sua avaliação sobre os bancos,  refletida não só nas cotações como também no volume de negócios diário que é mantido com as ações do grupo e ao seu respectivo peso na carteira do Ibovespa.