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Volume 19  Edição 862     10 de março de 2019

PAPEL  E  CELULOSE

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Situações parecidas

Ainda que entrando em alta a partir do começo de 2016,  como a maioria dos ativos, as componentes do setor de papel e celulose já vinham enfrentando importantes reestruturações como resposta à crise financeira mundial.

É verdade que também a maioria dos ativos adotou algum tipo de reorganização, mas a deste setor foi das mais profundas,  dada a sua íntima conexão com o desenvolvimento das economias e por se tratar,  no caso brasileiro,  de grandes exportadoras.   

A crise  havia elevado em muito o grau de endividamento das companhias.

As soluções passaram por renegociações das dívidas,  controle de custos, desinvestimentos,  concentração de foco em nichos do mercado e,  no caso da Suzano,  na incorporação de uma concorrente (Fíbria).

Parte das tarefas ainda está sendo implementada,  mas em 2018 muito foi já concluido e os efeitos começam a ser colhidos.

A Klabin parece ter terminado uma sub onda V,1 e talvez mesmo uma sub onda V,2 e pode estar pronta para uma extensa sub onda V,3 de alta.

A Suzano pode estar em situação semelhante,  mas em patamar bem mais alto,  por conta de especulações durante a incorporação da Fíbria.