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Volume 18  Edição 834    5 de agosto de 2018

O  TRIMESTRAL DA PETROBRÁS (cont.)

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(contin.)

Aparentemente, afora o risco dessas pendências mencionadas,  não seria difícil para a companhia rever seu plano de negócios,  para ambicionar    uma retomada dos investimentos,  o que seria muito importante para ela e para o Brasil.

A dívida ainda é expressiva  porém de gestão mais simplificada pelas reduções já obtidas e pelas perspectivas que seriam descortinadas com um novo plano de negócios:  nunca há carência de financiadores e investidores para negócios de petróleo...

Do ponto de vista técnico, a Petrobrás está atrasada em relação ao mercado quanto a completar a baixa da Onda IV e confirmar a vigência de   uma Onda V de alta.

Vemos no gráfico dolarizado,  acima e à esquerda, que o impulso que veio desde o começo de 2016 (como boa parte dos ativos e o Ibovespa)  ainda não confirmou o rompimento da longa linha de baixa que começa no topo real de 2008.


É compreensível que assim seja,  dadas as dificuldades que a companhia atravessou, como o gigantesco saque da corrupção, promovido sob governos de então, além da gestão ruinosa feita na mesma época,  como na política de preços internos.

A forte alta desta sexta-feira,  em comemoração ao balanço trimestral,  é um passo na direção do rompimento definitivo da linha de baixa.   No outro gráfico, semanal e não dolarizado, dá para distinguir uma quinta sub sub onda do impulso atual em curso.

De qualquer maneira,  a análise alerta para o fato de que completada essa quinta sub sub onda,  terminaria a sub onda 1 da Onda V e viria a acomodação perigosa da sub onda 2.   

Ou seja,  com eleições pela frente e com os efeitos incertos que dela possam decorrer, todo cuidado é pouco,  o mercado em geral, em si, já anda bem esticado...