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Volume 18  Edição 829    10 de junho de 2018

CONTANDO  AS  ONDAS

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A temível segunda Onda

Retomando a contagem das Ondas do  Ciclo atual, como comentado na matéria de capa e em prosseguimento ao artigo da Edição de 27 de maio passado (Ed827),  vemos que se acelerou a evolução da segunda sub onda da Onda V com a queda em maio e já agora em junho (o gráfico é de barras mensais e escala logarítmica,  plotando valores do Ibovespa divididos pela cotação do dólar comercial de cada mês).

O topo da Onda I foi suporte para a queda da primeira perna de baixa da Onda IV e, pela Teoria, deveria ter sido também para a segunda perna de baixa,  dali passando um pouco por conta da imprecisão eventual da escala dolarizada (um excesso a ser simetricamente devolvido ao longo da Onda V...).  Esse suporte em torno de 13.000 ou cerca de 13.000 * 3.93 = 51.000 pts é também o limite provável desta acomodação.

O formato habitual das correções é composto de duas pernas de baixa, entremeadas por um repique intermediário (a-b-c).    Numa Onda V,  o mais comum é a formação de um triângulo retângulo,  com as duas pernas de baixa terminando aproximadamente no mesmo nível.

A duração média das Ondas deste Ciclo vinha sendo de 62 meses, até que a Onda IV durou 91 meses, o excesso sendo atribuível à longa crise que envolveu as eleições de 2014 até o impeachment do governo então eleito.

A Onda V deveria, assim, durar pelo menos cinco anos, dois dos quais já foram ocupados pela sub onda V,1.

A atual sub onda V,2 pode se estender por este ano de 2018, seguin do o este ritmo.