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Volume 18  Edição 813   11 de fevereiro de 2018

GRANDES  BANCOS

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Novos topos


Os Grandes Bancos continuam sua escalada,  superando mais uma vez um topo anterior.   Nessa formação típica de alta, o  índice de força relativa  está quase sempre em valores bem altos, comprovando a força da tendência.

É que mesmo com a rentabilidade sobre o patrimônio líquido gradualmente mais baixa (agora entre 13% e 16% a.a.), o desempenho operacional destas companhias é firme e regular,  apesar da crise que envolve a nossa economia nos últimos anos.

No ranking de índices preço-lucro da carteira do Ibovespa (Ed811),  os Bancos estão entre os mais baixos,  apesar da dimensão e regularidade de seus lucros, valendo lembrar que seu P/L em torno de 16,  é quase igual ao P/L da Selic de 6,75% a.a., teoricamente um investimento de baixíssimo risco.

A rentabilidade dos dividendos,  em torno de 4% a.a., ficou convidativa no mercado atual da renda fixa.

Resta identificar um bom ponto de compra no decorrer da acomodação geral do mercado, que parece iminente e devida para este 2018.