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Volume 17  Edição 804   3 de dezembro de 2017

COMODITIES

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Tentativa de reversão


O gráfico dos últimos cinco anos das comodities (uma cesta das principais...) mostra que a baixa que vigorou como efeito da  crise financeira,  chegou até o começo de 2016 (como o Ibovespa...), a partir de quando um fundo provisório vem se formando,  num longo triângulo de congestão.

Teoricamente isso faz sentido, considerando a gradual melhoria da conjuntura econômica internacional,  ainda puxada pela China e alguns outros poucos países e mais recentemente pelos Estados Unidos (crescimento de 3,3% no trimestre findo em setembro).

Neste segundo semestre de 2017, a tendência tem sido de alta e o índice do gráfico,  como outros do gênero, testa uma linha de baixa pela terceira vez, justamente quando um ambicioso plano de redução de impostos está por ser aprovado nos Estados Unidos, provocando demanda em várias mercadorias, especialmente o petróleo.


A Europa também  dá sinais de recuperação, como outras zonas importantes na Ásia e na América Latina.

É verdade que vem agora o inverno do hemisfério Norte,  mas uma maioria de analistas  acredita que o triângulo possa ser rompido para cima,  para um repique moderado das cotações.

Energia,  metais,  produtos agrícolas e de consumo, olhados separadamente, apresentam também maioria de recomendações favoráveis das análises técnicas, algumas divulgadas agora em novembro.

Nas análises fundamentalistas, há ainda  uma postura conservadora,  mais cautelosa quanto a 2018,  otimista para um futuro mais adiante,  porém nunca usando conotações negativas.