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Volume 10   Edição 472     7 de fevereiro de 2010

ANÁLISE TÉCNICA

ATÉ  ONDE  PODE  BAIXAR

Para a pág. 3

Extensão possível da baixa

Se a segunda perna de baixa da Onda IV afinal começou (a confirmação depende de uma sucessão de topos e fundos mais baixos...), a ideia teórica inicial era de que seu fundo não chegará tão baixo quanto o da primeira perna (29 mil): por se tratar de uma quarta Onda,  patamar para uma Onda V,  espera-se até mesmo um formato triangular, talvez com outro e novo repique e outra e nova perna de baixa,  mas sempre com um fundo mais alto do que o mínimo de outubro de 2008.

Essa configuração deveria começar a ser desenhada nos gráficos de tempo menor, diários por exemplo,  até ficar bem clara nos de tempo mais longo, mesmo os definitivos, que são os dolarizados.

Apesar das restrições aos faniquitos que o mercado sofre e pensa ser por culpa do noticiário (matéria da capa), a realidade é que janeiro foi um mês mais fraco e, nesta semana inicial de fevereiro,  uma falsa euforia dos 

primeiros dias foi substituída por um pânico de vendas...Na Bovespa,  os estrangeiros passaram a ser fortes vendedores,  reduziram quase a zero sua posição comprada no futuro do índice (vindo de um máximo na compra...) e do topo de 11 de janeiro (nos 71 mil), 10% já se perderam...

Imaginando que a segunda perna de baixa tenha  afinal começado,  as referências imediatas de suporte são picos recentes em torno de 58 mil e 54 mil; também serve para isso a última congestão relevante,  no primeiro semestre de 2009,  teve suporte em torno de 48 mil.

Todos esses pontos  estarão abaixo da linha de alta do canal do repique intermediário da Onda IV,  o que era previsível, natural e sem maiores significados técnicos.

No prazo curto, com o IFR em valores muito baixos, o índice tenderia a reagir um pouco, antes de novas perdas,  até para acrescentar alguns detalhes a mais no panorama da análise.